Mar
Vendo o imenso azul ondulado [a me espelhar o doce infinito de sal saliência salgada que me carrega o olhar
Deixo-me guiar, incessante através da sugestiva poesia prescrita no horizonte aberto [dest'instante
Sinto, inacreditado, a dimensão recém-acordada de meu recente estado [de hibernação acordei-me de frente para o mar
Manifestado por Rodrigo Hésed às 18h50
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